quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Entrevistando o Autor Randerson Figueiredo

Boa noite!Tudo bem com vocês?Trago nesse momento a Biografia e entrevista do querido autor Randerson Figueiredo, vamos conhecer um pouco sobre esse carinhoso autor

Biografia:Randerson Figueiredo Teixeira é estudante de filosofia e psicologia analítica, demonstra aptidão com a escrita desde criança e desta forma lança seu primeiro romance policial, intitulado O Caso Aresi, ambientado na Itália e no Brasil. Escreveu o romance Desconfiei de quem não deveria, seu primeiro livro, sobre a temática Transtorno Bipolar de Humor(TBH) pela Premius Editora, obra baseada em fatos reais cujo lançamento foi dia 16 de maio do corrente ano. Autor também da obra Jung na Veia, livro que aborda características da psicologia analítica e da filosofia e espiritualidade.
Participou da antologia literária Chão de Estrelas – contos e casos, com autores nacionais e internacionais disponível na plataforma virtual Wattpad. Participou como autor convidado do Festival Literário na plataforma social Facebook num bate-papo interativo com leitores, festival que reuniu um total de 59 autores e dezenas de participantes.
Autor do premiado blog Pistas da História, com o selo Top Blog – top 100 na categoria arte e cultura pelo júri acadêmico, que trata de assuntos históricos que marcaram época e que despertam interesse coletivo referente às diversas curiosidades.
Autor também do blog Jung na Veia, que versa filosofia e psicologia analítica, pesquisa essa baseada na obra de Carl Gustav Jung, importante psiquiatra suíço que criou sua própria linha de pesquisa: a psicologia analítica. Atualmente escreve outras obras de caráter romântico / filosófico / literário.

Entrevista

1 - Quais eram seus passatempos que te levaram a querer a contar histórias?

R = Ler livros, ir ao teatro e cinema, este último meu preferido. Através das artes fui compilando imaginação e criando meus próprios enredos.

2 - De onde vem os seus personagens? São inspirado em pessoas reais ou em fatos?

R= Meus personagens sempre são inspirados em pessoas reais, acredito que dá maior veracidade a história.

3 -  No início, que tipo de escritor/livro te influenciou? E agora?

R = Os livros de história sempre me influenciaram, até hoje sou fascinado por esta disciplina. Como bem disse Goethe: escrever a história é um modo de nos livrarmos do passado. Poder escrever esse tipo de história é sempre muito interessante. Mas sempre gostei também dos romances policiais como os da rainha do crime Agatha Christie e Georges  Simenon.

4 - Quais de sua obras, personagens é seu favorito?Porque?O que ele significa para você?

R = Na obra ainda inédita O Caso Aresi tenho muito apreço por uma personagem chamada Íris, ela é uma senhora cabeleireira que se envolve com um inspetor de polícia para desvendar um crime aparentemente sem solução. Inspirei-me numa grande amiga para compor o personagem. O significado da Íris para mim é que ela leva a vida com muito bom-humor, acredito que esse é o segredo para uma excelente vida.

5 – Você tem autores favoritos quais são?

R = Agatha Christie, Georges Simenon, Monteiro Lobato, Clarice Lispector, George Orwell, Lya Luft e Eliane Brum.

6 - Quais são seus planos?Próximo projeto?

R = Meu plano é continuar escrevendo sempre com afinco e determinação. Meu próximo projeto é escrever um novo livro, acredito que será um romance policial, já tenho praticamente tudo esquematizado, se Deus quiser dará tudo certo.

7 – Conte um fato sobre você?

R = Contarei um fato breve, diz a respeito sobre a criação da personagem tia Íris... Um certo dia estava cortando o cabelo e precisava de uma personagem capaz de arrancar umas boas gargalhadas do leitor, dar uma quebrada na história, uma suavizada. Foi aí que ela estava na minha frente, sempre esteve ali. Resolvi criar essa personagem baseada nessa minha amiga cabeleireira, que sempre me divertiu e me emocionou muito.

8 - O mais difícil primeira ou a ultima frase?

R = A primeira. Sempre. O desfecho vem por acréscimo, graças a Deus sempre antes de escrever qualquer história sempre sei o final antes de iniciar, senão nem começo a escrever...

9 - Música de fundo é indispensável?

R = Sim, muitas vezes faço uma playlist para compor os personagens, o desafio e as nuances de cada um. É sempre muito prazeroso. E sempre que possível ponho músicas nas minhas histórias.

10 - Qual foi a sensação de lançar o primeiro livro?

R = Inesquecível...

11 - Dizem que os personagens têm muito do autor. Qual dos personagens de tem mais de você? Por que?

R = Por exemplo a Arsenia Bittencourt, ela sou eu, só que em personalidade feminina. Na obra “Desconfiei de quem não deveria” escrevo a minha história, romanceada, mas é a minha história. Resolvi colocar personagem feminina para me distanciar um pouco da narrativa.

12 – Caso você não goste da opinião sobre seu livro você o impediria o leitor de postar?

R = De forma alguma. Acredito que a liberdade de expressão é a melhor saída neste país cheio de injustiças e marcado também por inglórias.

13 - Quando seu texto passa por revisão, você acata todas as recomendações de mudança deles, ou só muda o que realmente acha necessário?

R = Mudo o que acredito ser necessário. Não vejo necessidade em mudar tudo. Temos que ter também a nossa forma de pensar não intacta, mas pelo menos um pouco preservada.

14 – Como leitor o que você acha que não pode faltar em um livro?

R = Dependendo do gênero, o que realmente não pode faltar é um bom enredo, um bom molho, um bom recheio.

15  Você deixa as emoções te acompanharem enquanto você escreve ?

R = Claro, muitas vezes os personagens querem que eu solte suas  rédeas, mas é imprescindível deixa-los beber água de vez em quando, se é que me entende.

16 Você prefere a escrita em primeira ou terceira pessoa? Ou pra você tanto faz?

R = Depende do que se está contando, de que forma vai contar e como irá revelar os fatos....

17 Quais os meios você usa para divulga seus livros e como você ver os meios de divulgação para autores/escritores nacionais?

R = Redes sociais principalmente. Acredito que os meios ainda estão restritos, mas ainda resta uma esperança, tentar sempre melhorar a sua arte e encontrar de certa forma as pessoas certas.

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